segunda-feira, junho 25

SINOPSE

A família inglesa Waters extremamente conservadora e fortemente influenciada pelas normas da sociedade no século XIX, sofrerá um intenso preconceito das pessoas para com seu filho Ander Son Waters, um jovem menino que descobre sentir atração por homens ao voltar de uma guerra. O médico amigo da família, Peter Cure, um jovem de mais ou menos 25 ou 26 anos e bom tipo físico, diagnostica sua preferencia sexual como sendo considerada uma doença e assim passa a sofrer preconceito de todos que estão a sua volta inclusive seu pai, David Waters, agricultor conservador, bravo e responsável pelos inúmeros castigos de Ander Son.Ander Son não conseguia entender o por quê o gostar de homens tornava-o uma pessoa doente? O que isso muda na personalidade de algia entender o porquê de tudo aquilo. Pouém? O que tem de humilhante em sentir atração por um amigo? Sua vontade era de enfrentar seus pais e todos que o condenavam; e ajudar os rapazes que talvez fossem que nem ele, mas...será que eram? não tinha como saber..o medo de se assumir dominava a mente incessantemente das pessoas doentes..Peter Cure tinha um grande amigo com o qual conversava sempre, quase que diariamente. Como era médico também e muito experiente, Cure adorava ouvi-lo e aprender coisas novas. Sigmund Freud era mais que um simples médico, pesquisava e redirecionava seus estudos para entender o comportamento e funcionamento da mente humana. Foi num fim de tarde, término de expediente, sentados em cadeiras de balanço perto da janela da casa dos Cure, que o jovem médico decide contar a seu velho amigo sobre um de seus pacientes. O caso de Ander Son Waters realmente não saía de sua cabeça. Algo estava errado e ele se sentia muito mal ultimamente.- Sig, há umas duas semanas recebi em meu escritório um menino que dizia sentir atração por homens. Como isso é possível? Esse menino foi um erro da natureza!Freud, meio que tentando disfarçar a alegria de ter ouvido aquilo, soltou um sorriso de leve:- Amigo, este jovem É NORMAL!!!! Ele é o maior e melhor exemplo para a minha tese! Digo aqui: todos nascem com plena possibilidade de ser bi, mas as experiências e a relação com a sociedade vão moldando a sexualidade humana. Dependendo da história pessoal, é absolutamente viável que as experiências de alguém conduzam a uma orientação para os dois lados. Se esse menino sente atração por outros meninos ele tem que enfrentar a massa preconceituosa, e digo até mais, muitos são bissexuais mas não querem admitir pra si mesmos e ao perceber que não são os únicos uma revolução sexual estará prestes a acontecer!- Será mesmo Sigmund? Se você estiver certo vai ser muito dificil de aceitarem sua teoria. Quase impossível! Olha como a sexualidade é tratada aqui na Inglaterra. Pode ser que daqui a uns 3 milênios seja diferente, mas por enquanto sexo é ruim, serve apenas para a procriação, e no que diz atração pelo mesmo sexo??Pior aindaa!Freud e Cure continuaram a conversa por um bom tempo. Cure não mudara radicalmente sua mente e sua concepção de sexo, mas já estava mais flexível sobre o assunto. Uma coisa era certa, aquele menino não era doente!E agora se sentia perverso por proporcionar tanto sofrimento ao garoto e sua família. Quase todos na vila onde morava já o olhava torto e ficavam de segredinhos e fofoquinhas. Dizer que aquilo que ele tinha era doença foi um dos maiores, senão o maior, erro de sua vida.

segunda-feira, maio 21

Ander Son RICHMOND

Filho de David e Carol Anne Richmond, Ander Son Richmond é um rapaz de família, vistoso, honesto, que vai para a guerra honrar o seu sobrenome!Durante a guerra descobre que possui um problema, é acobertado por sua mãe, mas seu pai descobre, e procura um médico, a doença é muito grave, quase sem cura!
É tratado por um médico muit0 famoso, seu caso vira notícia e mancha o nome da família!
Ao descobrir de fato a doença, assume e vive as escondidas com o grande amor da vida dele!

terça-feira, março 27

Rio Grande do SUl, TCHÊ!!!!!

Como ontem, dia 26, foi aniversario de Porto Alegre, nada mais justo do que prestar uma simples homenagem a minha cidade natal.Hoje vou escrever sobre a moda no século XIX no Rio Grande do Sul. A moda gaúcha é dividida em quatro partes:
· Chiripá Primitivo
· Braga
· Chiripá Farroupilha
· Bombacha
A indumentária gaúcha evoluiu, assim como os costumes, mas não deixou de lado sua raiz.O homem adaptou seus trajes ao seu método de trabalho. O modo de vestir atravessa gerações, sujeito a mudanças dentro do contexto social.

Até o inicio do século XIX (1820), os estancieiros se vestiam a moda européia, incorporando a bota gaúcha, assim como o cinto, quiaca, lenço, pala, e outros acessórios típicos. Já as mulheres usavam delicados sapatinhos fechados, e meias longas, vestido longo de veludo ou cetim, com o cabelo enrolado e mais um acessório indispensável, o leque!
O peão usava uma roupa bem mais simples, confortável e protetora para as atividades campeiras. Roupa na sua maioria era de lã ou de algodão, com traços indígenas, e na cintura, um cinto com todos os apetrechos necessários.As botas não duravam mais de dois meses.
A esposa do peão era bem mais simples usava saia escura, longa e rodada e a blusa clara, geralmente desbotada, usava por baixo apenas uma bombachinha (calcinha da época), e quase sempre de pé descalços.
Já que esse traje de peão não era adequado para andar a cavalo teve que ser adaptado, ganha uma grande fralda, tipicamente gaúcho. Traje nem curto nem longo, pelo joelho, ideal para cavalgadas. Camisa era sem botão, lenços típicos (branco e vermelho).
Usavam-se lenços pretos em sinal de luto, junto com roupas em preto e branco.
As mulheres também se modificaram, casaquinhos de renda e enfeites, pernas com meias, sapatos fechados. Para jóias usavam-se broches e camafeus. Os cabelos das solteiras eram soltos, e as senhoras usavam coque.
Os já famosos trajes típicos gaúchos, bombachas e vestidos de prenda, surgiram em 1865, e até hoje não sofreram grandes alterações, A bombacha surgiu com os turcos, e veio para o Rio Grande junto da Guerra do Paraguai. Antigamente era um desrespeito usar bombachas em bailes.As claras são para eventos festivos, e as escuras para a lida no campo.
A camisa é lisa, no Maximo listrada, em lugares de respeito usavam-se casacos e coletes.

Existem oito maneiras de fazer o nó no lenço, cada uma de acordo com a situação. O chapéu é de copa baixa e de abas largas, não podendo ser usada em lugares fechados.
Nos pés são usadas botas e chinelas. Para proteger do frio, nada melhor que um poncho.
As prendas eram proibidas de usar trajes masculinos, podendo no vestido longo com estampas coloridas e floreadas, as mangas não podiam ser curtas, era proibido o uso de decotes, com a maquiagem e jóias muito discretas e, cabelos soltos ou em tranças, bombachinha até o joelho e sapatos de salto cinco!
Essas “medidas e normas” do traje gaudério são do final do século XIX, mas pouca coisa mudou desde lá.As mudanças que aconteceram não foram muito drásticas, a essência continua a mesma.
Realmente, tudo que se inicio no século XIX continua até hoje!

terça-feira, março 20

Huummmmmm

Olá!!
Ai, estou meio gripadinha, mas não da nada!! ^^

Bah, hoje fui surpreendida pelo meu pai!!!

Estava chegando em casa e ele estava escutando o DVD do IRA, a todo volume!!!!
Bah, fazia muito tempo que agente não fazia isso!!!!

Daí, escutando o DVD me lembrei de uma música q eu adoro!!

E acho q é o momento deu postar!!!
Então está aí: Eu Quero Sempre Mais!!!

A minha vida, eu preciso mudar todo dia
Pra escapar da rotina dos meus desejos por seus beijos
Dos meus sonhos eu procuro acordar e perseguir meus sonhos
Mas a realidade que vem depois não é bem aquela que planejei

Eu quero sempre mais
Eu quero sempre mais
Eu espero sempre mais de ti

Por isso hoje estou tão triste
Porque querer está tão longe de poder
E quem eu quero está tão longe, longe de mim

Longe de mim
Longe de mim
Longe de mim


Beijos para todos!!!!!!!!!

;*****************

ps. daqui a pouco eu posto sobre o assunto, tá sora???

terça-feira, março 13

Tempo...



Bah...

fazia um tempinho que eu não vinha aqui!!!

Tava meio ocupada, cansada, mas prometo que vou começar a ser mais presente!!!

Foto é de coisas que eu amo: amigas e festa!!!

Essa foto é da festa TNT Folia, que foi no Manara, foi muito boa ( também eu não ia dizer que não, neh?!)!!!!

Pessoas da foto: Bruna(minha afilhada!), Issa (minha co-afilhada!), Dani (minha irmã de mentirinha!!) e EU!!

Frase do dia:

Negrinho + branquinho da casadinho!!

http://www.cakesonline.com.br/detalhe.asp?id=28

Resultado de uma tarde produtiva de trabalho na SEL!!!!

Beijusss!!!!

;************

sábado, março 3

Cinturinha!!!

Em 1820 o espartilho volta para a high fashion. Além dele, outras pequenas modificações ajudam a dar a impressão de cintura fina, dentre elas aumentar a amplidão da saia. Apartir de 1830 a saia encurtou um pouco, ficando na altura no tornozelo, e a largura ficou ainda maior. Já em 1840 a saia voltou a crescer em comprimento e diminuir em volume, mas ainda sim permanecendo bem rodada, e a cintura abaixou um pouco. A prosperidade da década de 1850 foi marcada pelo aumento exagerado das saias, que na primeira metade de década era obtido pelo uso de mais e mais anaguas, mas na segunda elas foram substituídas pela crinolina de armação. Esta famulosa invenção consistia de uma saia com vários arames costurados, os quais davam a forma desejada à saia superior. Além de muito mais leve, a crinolina era muito mais prática e até ajudou a definir o “ponto erotico da década”: o suava balaçar da saia produzido pelo andar da dama. A haute-couture começa nesta época, pelas mãos de Chales Frederik Worth.
Na década de 1860 a cinolina deixa de ser um cículo perfeito a passa a ser mais comprido na parte de trás. Isto possibilitou que toda aquela armação fosse substituída por uma anquinha; uma armação que ficava logo abaixo da cintura na parte de trás e acentuava a curva do quadril dramaticamente. A diminuição desta curva e o rebaixamento da mesma são as principais mudanças do período de 1877 a 1883, assim como a diminuição do volume da saia, a qual ficou com um aspecto semelhante ao de um sino. Apartir daí a anquinha volta com tudo e ainda mais marcada do que antes; agora, após a cintura há, literalmente, um apoio perpendicular à mulher de aproximadamente 30cm. Na década de 1890 a anquinha desapareceu de vez e os vestidos ganharam definitivamente a forma de sino. Este padrão se manteve até aproximadamente 1910.
É aí que surge Paul Poiret e revoluciona a maneira tradicional na qual eram feitos es vestidos. Poiret cria, inspirado nas vestimentas orientais, uma saia tão pertada que as mulheres foram obrigadas a usarem “ligas” nos joelhos a fim de andarem com passos menores e não estragarme suas saias. Todo o figurino de Poiret era muito suntuoso, cheio de penas, perolas, bordados, apliques, pedras... Não foi despropositalmente que a tendência seguinte negasse tudo isto.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Saia