terça-feira, março 27

Rio Grande do SUl, TCHÊ!!!!!

Como ontem, dia 26, foi aniversario de Porto Alegre, nada mais justo do que prestar uma simples homenagem a minha cidade natal.Hoje vou escrever sobre a moda no século XIX no Rio Grande do Sul. A moda gaúcha é dividida em quatro partes:
· Chiripá Primitivo
· Braga
· Chiripá Farroupilha
· Bombacha
A indumentária gaúcha evoluiu, assim como os costumes, mas não deixou de lado sua raiz.O homem adaptou seus trajes ao seu método de trabalho. O modo de vestir atravessa gerações, sujeito a mudanças dentro do contexto social.

Até o inicio do século XIX (1820), os estancieiros se vestiam a moda européia, incorporando a bota gaúcha, assim como o cinto, quiaca, lenço, pala, e outros acessórios típicos. Já as mulheres usavam delicados sapatinhos fechados, e meias longas, vestido longo de veludo ou cetim, com o cabelo enrolado e mais um acessório indispensável, o leque!
O peão usava uma roupa bem mais simples, confortável e protetora para as atividades campeiras. Roupa na sua maioria era de lã ou de algodão, com traços indígenas, e na cintura, um cinto com todos os apetrechos necessários.As botas não duravam mais de dois meses.
A esposa do peão era bem mais simples usava saia escura, longa e rodada e a blusa clara, geralmente desbotada, usava por baixo apenas uma bombachinha (calcinha da época), e quase sempre de pé descalços.
Já que esse traje de peão não era adequado para andar a cavalo teve que ser adaptado, ganha uma grande fralda, tipicamente gaúcho. Traje nem curto nem longo, pelo joelho, ideal para cavalgadas. Camisa era sem botão, lenços típicos (branco e vermelho).
Usavam-se lenços pretos em sinal de luto, junto com roupas em preto e branco.
As mulheres também se modificaram, casaquinhos de renda e enfeites, pernas com meias, sapatos fechados. Para jóias usavam-se broches e camafeus. Os cabelos das solteiras eram soltos, e as senhoras usavam coque.
Os já famosos trajes típicos gaúchos, bombachas e vestidos de prenda, surgiram em 1865, e até hoje não sofreram grandes alterações, A bombacha surgiu com os turcos, e veio para o Rio Grande junto da Guerra do Paraguai. Antigamente era um desrespeito usar bombachas em bailes.As claras são para eventos festivos, e as escuras para a lida no campo.
A camisa é lisa, no Maximo listrada, em lugares de respeito usavam-se casacos e coletes.

Existem oito maneiras de fazer o nó no lenço, cada uma de acordo com a situação. O chapéu é de copa baixa e de abas largas, não podendo ser usada em lugares fechados.
Nos pés são usadas botas e chinelas. Para proteger do frio, nada melhor que um poncho.
As prendas eram proibidas de usar trajes masculinos, podendo no vestido longo com estampas coloridas e floreadas, as mangas não podiam ser curtas, era proibido o uso de decotes, com a maquiagem e jóias muito discretas e, cabelos soltos ou em tranças, bombachinha até o joelho e sapatos de salto cinco!
Essas “medidas e normas” do traje gaudério são do final do século XIX, mas pouca coisa mudou desde lá.As mudanças que aconteceram não foram muito drásticas, a essência continua a mesma.
Realmente, tudo que se inicio no século XIX continua até hoje!

terça-feira, março 20

Huummmmmm

Olá!!
Ai, estou meio gripadinha, mas não da nada!! ^^

Bah, hoje fui surpreendida pelo meu pai!!!

Estava chegando em casa e ele estava escutando o DVD do IRA, a todo volume!!!!
Bah, fazia muito tempo que agente não fazia isso!!!!

Daí, escutando o DVD me lembrei de uma música q eu adoro!!

E acho q é o momento deu postar!!!
Então está aí: Eu Quero Sempre Mais!!!

A minha vida, eu preciso mudar todo dia
Pra escapar da rotina dos meus desejos por seus beijos
Dos meus sonhos eu procuro acordar e perseguir meus sonhos
Mas a realidade que vem depois não é bem aquela que planejei

Eu quero sempre mais
Eu quero sempre mais
Eu espero sempre mais de ti

Por isso hoje estou tão triste
Porque querer está tão longe de poder
E quem eu quero está tão longe, longe de mim

Longe de mim
Longe de mim
Longe de mim


Beijos para todos!!!!!!!!!

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ps. daqui a pouco eu posto sobre o assunto, tá sora???

terça-feira, março 13

Tempo...



Bah...

fazia um tempinho que eu não vinha aqui!!!

Tava meio ocupada, cansada, mas prometo que vou começar a ser mais presente!!!

Foto é de coisas que eu amo: amigas e festa!!!

Essa foto é da festa TNT Folia, que foi no Manara, foi muito boa ( também eu não ia dizer que não, neh?!)!!!!

Pessoas da foto: Bruna(minha afilhada!), Issa (minha co-afilhada!), Dani (minha irmã de mentirinha!!) e EU!!

Frase do dia:

Negrinho + branquinho da casadinho!!

http://www.cakesonline.com.br/detalhe.asp?id=28

Resultado de uma tarde produtiva de trabalho na SEL!!!!

Beijusss!!!!

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sábado, março 3

Cinturinha!!!

Em 1820 o espartilho volta para a high fashion. Além dele, outras pequenas modificações ajudam a dar a impressão de cintura fina, dentre elas aumentar a amplidão da saia. Apartir de 1830 a saia encurtou um pouco, ficando na altura no tornozelo, e a largura ficou ainda maior. Já em 1840 a saia voltou a crescer em comprimento e diminuir em volume, mas ainda sim permanecendo bem rodada, e a cintura abaixou um pouco. A prosperidade da década de 1850 foi marcada pelo aumento exagerado das saias, que na primeira metade de década era obtido pelo uso de mais e mais anaguas, mas na segunda elas foram substituídas pela crinolina de armação. Esta famulosa invenção consistia de uma saia com vários arames costurados, os quais davam a forma desejada à saia superior. Além de muito mais leve, a crinolina era muito mais prática e até ajudou a definir o “ponto erotico da década”: o suava balaçar da saia produzido pelo andar da dama. A haute-couture começa nesta época, pelas mãos de Chales Frederik Worth.
Na década de 1860 a cinolina deixa de ser um cículo perfeito a passa a ser mais comprido na parte de trás. Isto possibilitou que toda aquela armação fosse substituída por uma anquinha; uma armação que ficava logo abaixo da cintura na parte de trás e acentuava a curva do quadril dramaticamente. A diminuição desta curva e o rebaixamento da mesma são as principais mudanças do período de 1877 a 1883, assim como a diminuição do volume da saia, a qual ficou com um aspecto semelhante ao de um sino. Apartir daí a anquinha volta com tudo e ainda mais marcada do que antes; agora, após a cintura há, literalmente, um apoio perpendicular à mulher de aproximadamente 30cm. Na década de 1890 a anquinha desapareceu de vez e os vestidos ganharam definitivamente a forma de sino. Este padrão se manteve até aproximadamente 1910.
É aí que surge Paul Poiret e revoluciona a maneira tradicional na qual eram feitos es vestidos. Poiret cria, inspirado nas vestimentas orientais, uma saia tão pertada que as mulheres foram obrigadas a usarem “ligas” nos joelhos a fim de andarem com passos menores e não estragarme suas saias. Todo o figurino de Poiret era muito suntuoso, cheio de penas, perolas, bordados, apliques, pedras... Não foi despropositalmente que a tendência seguinte negasse tudo isto.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Saia